Não sei há tempos de amores,
Sem sentido me vejo ausente,
De amores, apenas aqueles solitários,
Amores unilaterais, púdicos.
E a dor da ausência lateja,
Visualizo o tempo sem amores,
Algo vazio, um vácuo absoluto,
Um eterno desejo platônico.
E nesse sem sentido,
A presença da sua ausência,
Vagueia perdida, ferida, cruel
Apenas fingindo ter vida.
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